leia a resenha de 

Sérgio Tavares, A Nova Crítica

"Moema Vilela demonstra um amplo conhecimento de escrita literária que utiliza para compor o mínimo. Desse modo, seus textos cativam pela qualidade e pela precisão, colocando-a como uma das autoras que desenvolvem uma das obras mais interessantes de sua geração."

leia a entrevista completa para a 

Revista Arte Brasileira

“Era uma vez o mundo”, diz Oswald sobre a crônica, mas pode ser também sobre a minificção – algumas delas. A Dupla vida de Dadá nasceu também dessa admiração pelas formas breves permitirem uma criação mais rápida e frenética de mundos ficcionais.

leia a resenha de 

Alexandra Vieira de Almeida

"No livro de Moema, é na superfície da vida cotidiana que se dá a amplidão dos sentidos. Temos de escavar com a pá-lavra o que se esconde no chão da vida. Seus contos, ora humorísticos, ora trágicos, e, por vezes, com forte humor negro, desafiam o leitor a perceber na filigrana dos sentidos o que está em aberto em suas páginas."

leia a entrevista completa para

Gustavo Matte, Entrevista a Cena

Uma tia uma vez me falou, meio a sério, meio rindo: “Hoje estou precária”. Nesses tempos de tantos rebuliços humanos, crise ecológica, social, política, muitas vezes sinto mais precariedade agora do que há dez anos, então uma criação que converse com esse presente, que investigue esse presente, muito me interessa no momento.

leia a recomendação do

Portal Clandestina

"A jornalista e doutora em Letras Moema Vilela lança o livro de contos e minicontos A dupla vida de Dadá. O novo livro da sul-mato-grossense radicada em Porto Alegre foi publicado pela editora Penalux, que tem como foco a publicação de novos autores."

ouça a entrevista para Rafael Escobar, Rádio Elétrica acima

Outras divulgações

(em construção)

O que saiu sobre o Guernica

(em construção)

leia a crítica de

Luiz Gonzaga Lopes, Correio do Povo

"Ao me deparar com Guernica, de Picasso, pela primeira vez, fiquei estarrecido e senti as dores do mundo. Quando li “GUERNICA”, de Moema, a vez primeira, senti que pode haver brisa e flores em mundos atormentados. Pode haver esperança numa foto de Kevin Carter, na qual uma ave de rapina espreita um bebê à beira da morte por inanição. Os mundos de Moema são mundos demais. Precisamos decifrá-los com calma e leitura arguta."

leia a indicação dentre os melhores livros do ano na

Os Melhores Livros do Ano, SP Review

"É do mínimo (não do que é pequeno e invisível) que começam as cenas em Guernica, e avançam, sempre dentro das personagens, para algo maior, como o simbolismo que Picasso produziu em sua obra."

leia a crítica de

Maria Adélia Menegazzo, Correio do Estado

"O livro de apenas 50 páginas é um arraso de sensibilidade e habilidade no trato da palavra. Verdadeiros poemas saltam de cada cena narrada, contando mulheres: “E Maria de repente teve vontade de agradecer àquelas ridículas, inoportunas mulheres da vida dela. Mulheres que estavam ali desde sempre, obrigando Maria a sentir”. E essas mulheres são fotografadas pela narradora quando as descreve, seja Maria, Luiza, a tia ou Yana."